Cientistas criam peixe-robô para detectar poluição
Um peixe-robô desenvolvido por cientistas britânicos em 2009 deve ser lançado este ano 2010 no mar do norte da Espanha para detectar poluição. Se o teste dos primeiros cinco peixes-robôs no porto de Gijon, norte da Espanha, for bem sucedido, a equipe espera que eles sejam utilizados em rios, lagos e oceanos ao redor do mundo.

Os robôs em formato de carpa, custam 20 mil libras (cerca de US$ 29 mil) a unidade e medem 1,5 m de comprimento. Imitam o movimento de peixes reais e são equipados com sensores químicos para descobrir potenciais poluentes perigosos, como vazamentos de embarcações ou oleodutos submersos.

Peixe-robô

Eles transmitirão a informação para a costa por meio de tecnologia de rede sem fio Wi-Fi. Para isso, contarão com ajuda de bases que também servem para recarregar as suas baterias. Diferentemente do peixe-robô anterior, que precisava de controle remoto, os novos modelos poderão navegar independentemente, sem nenhuma interação humana.

Peixe-robô nada no aquário Rory Doyle, cientista-sénior da companhia de engenharia BMT Group, que desenvolve o peixe-robô com pesquisadores da Universidade de Essex, disse que há boas razões para se fabricar um robô em formato de peixe em vez de um mini-submarino convencional.

"Ao usar um peixe-robô, estamos utilizando um design criado há centenas de milhões de anos pela evolução e que é incrivelmente eficiente em consumo de energia. Essa eficiência é algo que nós precisamos para garantir que os nossos sensores de detecção de poluentes possam navegar no ambiente aquático por horas."

Fonte Reuters

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