Depois dos alertas da OMS sobre o perigo da ingestão das carnes transformadas, um relatório que é hoje divulgado avisa que o elevado consumo de peixe em Portugal também pode ser um problema ambiental.
Mais do que taxar carnes processadas e vermelhas, porque a Organização Mundial de Saúde reforçou a ligação entre o seu consumo e o risco de cancro, o importante é tornar mais baratos alimentos “protectores” contra o cancro como são os legumes e as frutas, defende o nutricionista José Camolas, do serviço de endocrinologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
Após três anos em quebra, a produção de carne aumentou em 2014. Comerciantes temem que o alerta da Organização Mundial de Saúde provoque crise no setor.
Os industriais da carne defendem que a doença depende de uma combinação de muitos fatores, tais como: idade, genética, dieta, ambiente e estilo de vida.
O diretor-geral da Saúde foi no passado dia 22 a Mirandela, a convite dos autarcas da do distrito de Bragança, para esclarecer a polémica com os cinco casos de botulismo alimentar, que apareceram nas alheiras e que está a atingir negativamente o comércios destes produtos regionais de Trás-os-Montes.