Amflora, a batata trangénica
A batata Amflora destina-se à produção de amido para a indústria do papel, mas poderá ser utilizada como complemento alimentar para animais e não há garantias de que não seja introduzida na alimentação humana

 


Monsanto na crista da onda do monopólio
Em 2009, nos Estados Unidos, em plena crise económica, a Monsanto seguiu aumentando o preço das suas sementes transgénicas. As de milho ficaram 32% mais caras e as de soja, 24%. Desde 2001, o preço da semente de milho modificado está 135% mais caro e o da soja, 108%.

 


Suiça livre de transgênicos
Pouco tempo depois da Comissão Europeia aprovar a Amflora, espécie de batata transgénica, governos da Grécia, Áustria, Luxemburgo, Itália, Hungria e França anunciaram publicamente que não vão permitir a nova criatura em seus territórios. Agora, é a vez da Suíça ir além: o país baniu o cultivo de sementes geneticamente modificadas pelos próximos três anos.

 


França pode vetar batata transgênica da BASF
O país que já proibiu o milho MON 810 da Monsanto pode agora vetar a batata transgénica recém autorizada para cultivo em solo europeu. O ministério do Meio Ambiente da França classificou como parcial a avaliação feita pelo Agência Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) por não levar em consideração os impactos ecológicos da variedade geneticamente modificada.

 

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